terça-feira, 29 de julho de 2014

A informática na formação do universitário.

    
      O mundo atual gira em torno das novas tecnologias e novos aparelhos eletrônicos são criados a todo momento. A informática está presente em vários momentos da vida de um sujeito, tais como quando ele vai se registrar, abrir uma conta no banco, nas mãos dos alunos que estão inseridos nas escolas, etc.
       Por isso, torna-se necessário que os profissionais que estarão atuando nas salas de aula tenham algum conhecimento sobre essa área.
      A UERJ-FFP é uma universidade de formação de professores e vários universitários que sairão dela estarão inseridos nessa realidade. Mas será que dentro da universidade esses alunos aprendem a dominar essa tecnologia?
      Este  curta metragem traz uma amostra de como alguns universitário se sentem referentes à disciplina de informática em sua formação profissional.
      E você, como se sente? Vamos refletir um pouquinho... 



  
Autoras: Bárbara Kort-kamp 
              Carolina Porto da Mata
              Fabiana Viana
              Vanelize Carvalho

sábado, 12 de abril de 2014

Tecnologia
Para começar, ele nos olha nos olha na cara. Não é como a máquina de escrever, que a gente olha de cima, com superioridade. Com ele é olho no olho ou tela no olho. Ele nos desafia. Parece estar dizendo: vamos lá, seu desprezível pré-eletrônico, mostre o que você sabe fazer. A máquina de escrever faz tudo que você manda, mesmo que seja a tapa. Com o computador é diferente. Você faz tudo que ele manda. Ou precisa fazer tudo ao modo dele, senão ele não aceita. Simplesmente ignora você. Mas se apenas ignorasse ainda seria suportável. Ele responde. Repreende. Corrige. Uma tela vazia, muda, nenhuma reação aos nossos comandos digitais, tudo bem. Quer dizer, você se sente como aquele cara que cantou a secretária eletrônica. É um vexame privado. Mas quando você o manda fazer alguma coisa, mas manda errado, ele diz “Errado”. Não diz “Burro”, mas está implícito. É pior, muito pior. Às vezes, quando a gente erra, ele faz “bip”. Assim, para todo mundo ouvir. Comecei a usar o computador na redação do jornal e volta e meia errava. E lá vinha ele: “Bip!” “Olha aqui, pessoal: ele errou.” “O burro errou!”
Outra coisa: ele é mais inteligente que você. Sabe muito mais coisa e não tem nenhum pudor em dizer que sabe. Esse negócio de que qualquer máquina só é tão inteligente quanto quem a usa não vale com ele. Está subentendido, nas suas relações com o computador, que você jamais aproveitará metade das coisas que ele tem para oferecer. Que ele só desenvolverá todo o seu potencial quando outro igual a ele o estiver programando. A máquina de escrever podia ter recursos que você nunca usaria, mas não tinha a mesma empáfia, o mesmo ar de quem só agüentava os humanos por falta de coisa melhor, no momento. E a máquina, mesmo nos seus instantes de maior impaciência conosco, jamais faria “bip” em público.
Dito isto, é preciso dizer também que quem provou pela primeira vez suas letrinhas dificilmente voltará à máquina de escrever sem a sensação de que está desembarcando de uma Mercedes e voltando à carroça. Está certo, jamais teremos com ele a mesma confortável cumplicidade que tínhamos com a velha máquina. É outro tipo de relacionamento, mais formal e exigente. Mas é fascinante. Agora compreendo o entusiasmo de gente como Millôr Fernandes e Fernando Sabino, que dividem a sua vida profissional em antes dele e depois dele. Sinto falta do papel e da fiel Bic, sempre pronta a inserir entre uma linha e outra a palavra que faltou na hora, e que nele foi substituída por um botão, que, além de mais rápido, jamais nos sujará os dedos, mas acho que estou sucumbindo. Sei que nunca seremos íntimos, mesmo porque ele não ia querer se rebaixar a ser meu amigo, mas retiro tudo o que pensei sobre ele. Claro que você pode concluir que eu só estou querendo agradá-lo, precavidamente, mas juro que é sincero.
Quando saí da redação do jornal depois de usar o computador pela primeira vez, cheguei em casa e bati na minha máquina. Sabendo que ela agüentaria sem reclamar, como sempre, a pobrezinha.
Luis Fernando Veríssimo

terça-feira, 8 de abril de 2014



Não existe um caminho para a felicidade. A felicidade é o caminho. Mahatma Gandhi


Informática Educativa

Proposta: Usar a sala de informática como local de desenvolvimento de projetos de interdisciplinaridade. 

A informática educativa está integrada aos objetivos pedagógicos, tanto dos projetos como das disciplinas regulares. Isto significa dizer que cada aula de informática é planejada tendo em vista os objetivos dos projetos e/ou disciplinas de cada turma. 


Objetivos tecnológicos:

- Desenvolver atitudes corretas no uso do computador;

- Apropriar-se das habilidades tecnológicas básicas;

- Explorar, experimentar, tomar decisões em diferentes programas;

- Demonstrar iniciativa e autonomia no uso do computador;

- Utilizar diferentes fontes de informação e recursos tecnológicos para adquirir e construir conhecimentos.

- Utilizar o computador como meio de expressão, comunicação e criatividade.

- Utilizar a Internet como fonte de pesquisa e comunicação, de forma simples e eficaz.